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domingo, 4 de dezembro de 2011

Sobremesa de creme

Ou: a sobremesa mais fácil de fazer.

Ou ainda: a temporada de confraternizações está aberta!
Precisa de uma sobremesa prática para aquele jantar de confraternização ou mesmo para o almoço de domingo? Anote aí:

1 litro de leite
3 colheres (sopa) de amido de milho (Maizena, porque é só este que funciona comigo)
1 lata de leite condensado
3 gemas
1 lata de creme de leite (sem soro)

Bata os 4 primeiros ingredientes da lista no liquidificador. Coloque em uma panela e leve ao fogo baixo, mexendo sempre, até engrossar. Desligue e adicione o creme de leite. Coloque em taças individuais ou em uma travessa grande e leve a geladeira. Simples assim!

O bacana deste creme é que você pode adicionar quase qualquer coisa para rimar com ele: chocolate picado, ganache, frutas (sei que minha mãe andou fazendo com abacaxi e coco, imagine com morangos, banana, kiwi...), chantilly e o que mais a imaginação imaginar.
Hoje o meu foi coberto com aquele mingau de tapioca que postei outro dia e coco ralado por cima. Branquinho total!



sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Massa caseira

É mais fácil do que você imagina!


E tão mais saboroso... depois que você começa a produzir sua própria massa, aquelas do supermercado perdem totalmente a graça. Let's go... ou... andiamo!

3 ovos
3 xícaras de farinha de trigo
1 pitada de sal
e só!

A proporção é sempre 1 ovo para 1 xícara de farinha de trigo, podendo aumentar a receita como quiser, sempre obedecendo à proporção. 

Os ovos são misturados à farinha de trigo, podendo esta ser branca ou 50% integral (se colocar mais do que a metade da receita de farinha integral, a consistência da massa muda, não recomendo). Misturou tudo? Ficou seca? Molha a mão em um pouco de água e continua misturando. Nada de colocar água direto na massa. Também não precisa sovar, é só misturar e pronto. Pronto? Põe num pacotinho plástico e deixa descansar por meia hora. Não tem segredo!


Depois de meia hora a massa vai estar no ponto para ser trabalhada. Ah, dá trabalho? Não! Quer dizer, só um pouquinho, mas vale a pena, não desista de ler por aqui. Polvilhe farinha de trigo em uma superfície lisa para a massa não grudar (pode ser a mesa, bancada, ...). Divida a massa em bolinhas e vá esticando-as com um rolo ou na máquina de macarrão. Estique até a espessura que você deseja para a sua massa. 


Depois, se quiser, é só cortar no tamanho e formato que desejar, com uma faca ou na própria máquina de macarrão. Não se desespere se não ficarem padronizadinhos pois a graça da massa caseira é justamente essa. Neste dia, eu fiz talharim para o almoço e guardei um pedaço da massa esticada mais fininha, que foi usada mais tarde pra fazer aqueles pasteizinhos recheados que tiveram como destino uma bela sopa. 

É isso!

Resumindo: 1 ovo + 1 xícara de farinha de trigo + pitada de sal + mão molhada na água. Estica, corta e cozinha ou congela. 

Esta massa pode ir direto para uma panela bem cheia de água fervente, pode ainda ser congelada pré-cozida ou crua. Serve para o talharim, para uma lasanha, para fazer tortei, massinhas recheadas e o que mais a criatividade permitir. 



DICA IMPORTANTE!!! Para cozinhar massas, use uma panela grande bem cheia de água, mais ou menos 1 litro de água para cada 100g de massa. NÃO coloque óleo ou azeite na água, pois a massa absorve e pode ficar pesada. Confie em mim, cozinhando em bastante água, o amido que a massa solta se dilui mais e a massa não vai grudar. 


Buon appetito!

domingo, 30 de outubro de 2011

Carne de jacaré-açú e a dificuldade por aqui.





Carol, prazer!
Paraná-catarinense, quase amazonense [há 2 anos e meio].
Desde muito cedo, observava minha mãe, minhas avós e tias na cozinha, levando para a copa [em travessas fumegantes e perfumadas], os motivos pelos quais minha família sempre se reúne em volta da mesa.
Aprendi o caminho da cozinha com uns 9 anos por causa da maionese de domingo da minha mãe, primeiro só raspando o prato do molho, depois fazendo-o. Depois, meu pai me ensinou a fazer o arroz de domingo e mais tarde, de um livrinho velho, veio a omelete cremosa.
Então veio a faculdade e a distância da comida de casa... depois de muito miojo com carne moída e de muitos telefonemas pra casa e muitas marmitinhas das mães, aprendi a fazer feijão, a carne de panela que conquistou o Sr. J. e outros quitutes.
E assim fui tomando gosto por fazer pães, bolos, cucas...
E, já morando no Amazonas, me apaixonei por esta culinária riquíssima, cheia de sabores e aromas marcantes.
E é aqui que compartilharei um pouco deste aprendizado, das informações que junto de um livro aqui, uma viagem ali, um blog acolá. A cozinha é o lugar onde faço minha vida dar certo. E cozinhar é uma forma de amar.
A dificuldade por aqui? Peeensa em aquecer comida num calor amazonense! Rssssss...


Pra começar, um prato que deu muito o que falar por aqui: carne de jacaré!


Tomei 2 belas postas de cauda de jacaré [produto de manejo sustentável da Reserva Mamirauá], temperei com sal e limão. Depois, panela com molho de tomate, cebola e alecrim. Cozinhei por aproximadamente 20 minutos e foi bom apetite. Servi acompanhado de arroz e maionese.


#Dica 1: a textura da carne fica entre a do frango e a do peixe. E o sabor também.
#Dica 2: a carne de jacaré também fica deliciosa frita em tirinhas como aperitivo.